sábado, 12 de fevereiro de 2011

Violência.

A alguns dias atrás estava conversando com uns amigos sobre o fator violência.
Um fator muito difícil de ser discutido, pois se deve a muitos fatos e atos.
Uns julgam ser a falta de emprego que leva a pessoa a roubar para sobreviver, outros a falta de policiamento, outros a corrupção da polícia.
Mas a verdade é que não há nenhum ponto específico, o fator violência se deve a muitos pontos, pontos no qual levam a múltiplos assuntos.
Eu diria que o assunto violência, é o mais difícil de ser caracterizado, pois leva a assuntos altamente diferentes, mas que causam repercussão.
Diria eu que o único ponto artificial a ser julgado pelas pessoas é o da falta de emprego, pois na verdade, emprego é o que mais tem, com salário mínimo é claro, o que não tem é emprego bom, para pessoas altamente qualificadas.
O fato que mais pesa na violência, é o da falta de ação policial e a corrupção dos indigitados. Sim, pois a pessoa rouba, o que obviamente é muito mais fácil que trabalhar, e sabe que se algum policial o pegar, não fará absolutamente nada. Às vezes, ocorrem casos onde o próprio ladrão oferece míseros 50 reais para poder ser liberado. Pois se o ladrão rouba sem nenhum medo de ser pego, é porque obviamente se for pego, não haverá punição alguma.
É preferível para eles não trabalhar, pois porque trabalhar um mês inteiro para receber quinhentos e dez reais, quando se pode roubar um dia, se sustentar por um mês, e saber que a polícia se contentará com cinqüenta reais para não fazer nada, ou até simplesmente, não fazer nada a troco de nada.
E o que mais me irrita nisso tudo, é que tem gente que ainda vem defender os policiais, alegando que eles fazem isso pois o salário que eles recebem não é o suficiente para subir no "morro" e arriscar sua vida.
O problema, é que para se tornar um policial, você faz uma prova por vontade própria, sabendo o quanto irá receber, e se faz, é porque quer.
Nada no mundo irá justificar a atitude desses ratos.
Porque na minha opinião e acho que na de muitas pessoas, os policiais em si, são mais bandidos do que os próprios.
É muito difícil descrever o porque da violência, ou mais difícil ainda, a solução para.
Mas acho que o ponto que eu citei acima, é o mais próximo da caracterização da violência.

Meus cumprimentos, Alicia Guiter.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Sonhos

A maioria das pessoas costumam me criticar por eu ser uma sonhadora, sonhar demasiadamente com coisas possíveis ao meu ver e impossíveis ao ver delas.
A diferença é que mesmo eu sabendo que terei que lutar muito para realizar meu sonho quase impossível, eu não busco uma maneira mais fácil que não irá me satisfazer completamente.
As pessoas sempre dizem que você é do tamanho do lugar onde chegou, eu costumo dizer que você é do tamanho daquilo que sonhou.
Pois se você sonha coisas muito possíveis como todo mundo, pode não conseguir realiza-lo e se tornar pequeno.
Agora, quando você sonha algo tão grande quanto o impossível, batalha tanto para realizar, que mesmo que não consiga chegar onde queria, já chegou longe o suficiente...
Por isso não dêem ouvidos ao serem criticados por sonhar demais, quem mais alto sonha, mais longe chega. Quem sonha com os pés nos chão, sempre terá os pés no chão.
Por mais que seja impossível, se você realmente quiser, o impossível para você não existe.
Lute, se esforce, e acima de tudo, não desista.
Os sonhos mais inusitados sempre são os mais capazes, pois sonhos muito normal, todo mundo quer. Sonhos inusitados, poucos procuram, por medo de lutar.

Minhas saudações, Alicia Guiter.


domingo, 2 de janeiro de 2011

Crítica

A princípio eu iria criticar a forma de como Michael Jackson adquiriu novos-falsos fãs após sua morte, porém, à exatamente 00:30 acabo de ver o famoso filme da Disney Ratatouille, que como todos os filmes da Disney, é divertido para as crianças e profundo para os adultos. Filosofia e lição de vida traduzida em linguagem simples e direta.
A mensagem central do filme é o lema do famoso Chef Gusteau: " Qualquer um pode cozinhar ", porém, este lema ao decorrer do filme, fica meio que subentendido, pois como qualquer um pode cozinhar ? Mas ao final, me deparo com uma verdadeira chuva de lições.
Na crítica do famoso Anton Ego, ele cita as tais palavras: " Em muitos aspectos o trabalho de um crítico é fácil. Nós arriscamos muito pouco quando analisamos aqueles que oferecem seu trabalho ao nosso julgamento. Prosperamos na crítica negativa, que é divertida de escrever e de ler. Na noite passada, eu experimentei algo novo, uma refeição extraordinária de uma fonte singularmente inesperada. Dizer que tanto a refeição e seu criador desafiaram meus preconceitos é uma simplificação. Eles abalaram a minha fé. No passado nunca fiz segredo do meu desprezo pelo famoso lema do Chef Gusteau: " Qualquer um pode cozinhar ". Mas percebo que só agora eu consegui realmente entender o que ele quis dizer. Nem todo mundo pode se tornar um grande artista, mas um grande artista pode vir de qualquer lugar."
É realmente muito fácil criticar o trabalho de outras pessoas, fazemos isso com a mesma freqüência em que respiramos, é mais simples, e até divertido julgar as pessoas de acordo com os nossos valores e o que pensamos, porém não percebemos como nossas críticas atingem ao próximo. O crítico se torna totalmente responsável por aquele que critica, pois uma crítica sem fundamento pode mudar completamente a vida de uma pessoa, e até mesmo, fazê-la desistir de seus sonhos.
E o filme Ratatouille mostra entrelinhas uma situação real e muito comum no nosso dia-a-dia.
O rato simboliza alguém simples e pobre, que sofre preconceito e perseguição, para quem as chances de aprendizado e aceitação são negadas. Mas que mesmo assim, realiza seus sonhos contra tudo e contra todos.
E então, eu lhe pergunto: _ Até que ponto, estamos preparados para mudar nossos conceitos e paradigmas ? Qual a última vez que nos permitimos mudar nossa opinião sobre algo ou alguém ?
Se abandonarmos nossos preconceitos, poderemos ver como alguém tão simples e humilde pode ser alguém tão incrível e bem sucedido naquilo que pretende ser ou fazer, mesmo que aquilo seja loucura, ou que haja 1 chance para 1.000 pessoas, se você realmente quiser isso, estiver determinado, você será essa uma, você pode tudo, contra todos, basta querer e ter determinação.
Então, antes de julgar alguém pela sua origem ou aparência, antes de criticar e demonstrar preconceito, lembre-se, não importa de onde se veio, e sim onde se chegou !


Kisses kisses, Alicia Guiter.